O setor de fonoaudiologia da Tríade atua na prevenção, diagnóstico, orientação e tratamento de comunicação oral e escrita, voz, audição e funções orofaciais a todas as faixas etárias (de recém-nascidos até a 3ª idade).

Profissão regulamentada em 09/12/1981.
A Fonoaudiologia é uma ciência da área de saúde que tem como principal  objetivo proporcionar a efetiva participação do indivíduo na sociedade, voltando-se para atividades de prevenção, reabilitação e aperfeiçoamento dos padrões de comunicação.

A Fonoaudiologia abrange vários setores:

  • Preventiva: orienta pais e professores a se atentarem mais à linguagem e a audição de suas crianças, principalmente em idade escolar.
  • Terapêutica: realização de terapias fonoaudiológicas para adequação dos problamas de comunicação oral, escrita, voz e audição.
  • Estética: aperfeiçoamento dos padrões da fala e da voz.
  • Educacional: estuda os processos de aquisição da linguagem escrita pelo aluno, e orienta o comportamento verbal do professor, relacionado principalmente à voz.
  • Industrial: controla a capacidade auditiva de trabalhadores expostos diariamente à ruídos.

Acompanhe o desenvolvimento de audição e da linguagem do seu bebê:

  • 0-3 meses: o bebê se assusta, chora ou acorda com sons intensos e repentinos (ex.: batida de porta). Acalma-se ao ouvir a voz familiar.
  • 3-6 meses: o bebê olha ou mexe a cabeça para os lados procurando a origem do som. Reconhece a voz materna. Emite sons sem significado (balbucio).
  • 6 meses: o bebê localiza prontamente sons de seu interesse virando a cabeça em sua direção. Reage para sons suaves. Intensifica o balbucio: brinca com a voz, repetindo sua emissões (ex.: “dá, dá, dá”).
  • 1 ano: o bebê aponta e procura objetos e pessoas familiares quando solicitado. Emite as primeiras palavras (ex.: mamãe, papai, tchau…).
  • 2 anos: a criança aumenta seu vocabulário intensamente. Usa sentenças simples, 2 ou 3 palavras (ex.: dá bola).

Qualquer dúvida, procure orientação.

 

Distúrbios da fala em crianças

Durante o período de aquisição e desenvolvimento de linguagem, alguns distúrbios podem ocorrer, como a omissão de alguns fonemas (sons da fala) Ex: “pato” no lugar de prato, trocas, Ex: “tasa” para casa ou distorções, onde o som do fonema não fica muito claro, ex: quando a criança apresenta projeção de língua (deglutição atípica), o som de sua fala também pode ficar alterado – ceceio frontal e/ou lateral.

Além destes distúrbios que envolvem principalmente a articulação, também podem ocorrer alterações no ritmo e/ou velocidade da fala, as chamadas disfluências ou gagueiras, ex: repetições, prolongamentos, bloqueios, hesitações e uso excessivo de pausas. Algumas crianças apresentam problemas de voz, por utilizarem de forma abusiva e/ou inadequada. Para um bom desenvolvimento de linguagem da fala, o sistema motor oral que compreende lábios, língua, dentes, mandíbula e palato devem estar adequado.

Crianças que utilizam chupeta e/ou mamadeira por longo tempo, possuem hábitos de roer unhas, chupar o dedo, morder os lábios, etc; ou, ainda que apresentam problemas nas vias aéreas superiores como rinites, hipertrofia de adenóides, etc., geralmente têm alteração no crescimento ósseo da face, o que leva a um desequilíbrio muscular dos órgãos fonoarticulatórios e à inadequação das funções neurovegetativas.

A influência dos pais nos casos descritos acima é fundamental, pois quanto maior o envolvimento deles no processo de crescimento da criança e conseqüentemente no desenvolvimento da criança, mais facilmente irão identificar se algo não está ocorrendo bem com seu filho. A partir da identificação de que algo não está bem, é importante que procurem um profissional para que seja feita uma avaliação e se necessário a terapia. Também durante o tratamento a influência dos pais é decisiva, pois eles irão participar ativamente do processo, compreendendo o trabalho do profissional irão incentivar a criança e participar das atividades orientadas pelo profissional durante o processo terapêutico.

A Fonoaudióloga é a profissional que deverá ser procurada nos casos onde ocorram quaisquer distúrbios da comunicação humana, sejam eles na linguagem oral ou escrita. Porém, caso haja necessidade, o tratamento também será feito juntamente com outros especialistas, como Psicólogos, Ortodontistas, Otorrinolaringologistas, Fisioterapeutas, Terapeutas Ocupacionais, Neurologistas, etc.

Nos casos descritos acima, é importante que o profissional seja procurado para que seja feita uma avaliação e seja verificado se o que está acontecendo é compatível ou não com a etapa de desenvolvimento da criança. Esperar que o tempo resolva o problema pode resultar no agravamento do mesmo. O período que antecede a alfabetização e, portanto, o período de desenvolvimento da linguagem oral deve ser cuidadosamente observado para que não haja prejuízos na etapa da escolaridade.

Alguns problemas durante a gestação ou parto, ou mesmo nos primeiros meses de vida da criança, podem levá-la a um atraso na aquisição e desenvolvimento da linguagem. O meio ambiente também influencia este processo. Estimulando-as a falar, os adultos promoverão um desenvolvimento de linguagem mais cedo do que aqueles que ao primeiro sinal da criança dão o que ela deseja, sem que ela sinta a necessidade de solicitar algo por meio da fala.

Também é importante lembrar que a escrita é o resultado do desenvolvimento da criança como um todo, sendo possível, portanto que a criança apresente algumas dificuldades com o código gráfico, caso ela tenha tido dificuldades com a linguagem oral.

 

Para que a criança possa adquirir e desenvolver linguagem, algumas dicas podem ser dadas:

  1. Não imite o falar “errado” da criança, nem peça para repetir a palavra por acha-la “bonita” ou “engraçada”, pois o adulto é modelo que ela seguirá para se corrigir, e a repetição fixará o padrão incorreto.
  2. Quando a criança cometer um erro articulatório, dê a ela o padrão correto sem repetir o erro (ex: se a criança diz “áua” para água, diga “Você quer água?, enfatizando o correto), porém não a corrija excessivamente.
  3. Não exija da criança uma produção além da esperada para sua idade, respeitando o seu desenvolvimento.
  4. Observe se a fala da criança é inteligível e se as outras pessoas, que não os familiares, também a entendem.
  5. Propicie o desenvolvimento da fala, deixando que a criança expresse oralmente o que deseja, não a atendendo imediatamente após uma solicitação gestual (ex: apontar o objeto).

 

Maria Stella Credidio – CRFa 1364
Fonoaudióloga pela PUC-SP

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